Cliché!
(roubado de um sitio qq)

-Quero-te.
-Não digas disparates.
-Não são disparates. Quero-te.
-Mas queres o quê?
-Quero-te a ti.
-Mas que mim? O que é isso de mim?
-É isso tudo, corpo, alma e tudo o mais...
-Pouco mais, queres tu dizer!
-Talvez.
-E para que é que queres tudo isso.
-Para saber quem sou, acho...
-E não há outra maneira de saberes quem és?
-Suponho que sim, mas esta é a mais fácil.
-Deixa-me ver se percebi. Queres-me porque te queres, é isso?
-Sim, é uma boa sintese.
-E depois?
-E depois o quê?
-E depois de saberes quem és, o que é que me acontece?
-Bem, ainda não tinha pensado nisso. Mas acho que depois usa-se a frase.
-Que frase?
-Oh, tu sabes! A frase. A frase que foi feita para dizer nessas alturas em que percebes quem é quem.
-.....
-Bem, não me queria antecipar mas suponho que ta posso dizer já.
"Não és tu, sou eu"
-Viste! Ainda bem que já chegaste a essa conclusão. Ainda me queres?
-Claro.
-Porquê?


-Porque neste momento tou farto de mim. E só tu, intensamente tu, me podes voltar a fazer sentir saudades de mim, somente de mim.

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