"No Man is an Island" - Jon Bon Jovi
"In my opinion, all men are islands.
And what's more, now's the time to be one.
This is an island age.
A hundred years ago, you had to depend on other people.
No one had TV or CDs or DVDs or videos...
...or home espresso makers.
Actually, they didn't have anything cool.
Whereas now, you see...
...you can make yourself a little island paradise.
With the right supplies and the right attitude...
...you can be sun-drenched, tropical, a magnet...
...for young Swedish tourists.
And I like to think that perhaps I am that kind of island.
I like to think I'm pretty cool.
I like to think I'm Ibiza."
Hugh Grant in "About a boy"

Escada
Sim, a coisa poderia começar assim, aqui, deste modo, de uma maneira um pouco pesada e lenta, neste lugar neutro que é de todos e de ninguém, onde as pessoas se cruzam quase sem se ver, onde a vida do prédio ecoa, longinqua e regular.
Do que se passa por detrás das pesadas portas dos apartamentos apenas captamos quase sempre esses ecos estilhaçados, esses restos, esses destroços, esses esboços, esses estimulos, esses incidentes ou acidentes que se desenrolam no que se chama as "areas comuns", esses pequenos ruidos abafados que o tapete de lã vermelha desbotado amortece, esses embriões de vida comunitaria que ficam sempre pelos patamares. Os habitantes de um mesmo prédio vivem a alguns centrimetros uns dos outros, separados por um simples tabique, partilham entre si os mesmos espaços repartidos ao longo dos andares, fazem os mesmos gestos ao mesmo tempo, abrir a torneira, puxar o autoclismo, acender a luz, pôr a mesa, algumas dezenas de existências simultaneas que se repetem de andar em andar, e de prédio em prédio e de rua em rua. Barricam-se nas areas privativas - que é assim que se chamam- e bem gostariam de que nada dali saisse, mas por muito pouco que dali deixem sair, o cão pela trela, a criança que vai ao pão, os que se despedem e os que são despedidos, é pela escada que tudo isso sai. Porque tudo o que se passa passa pela escada, tudo o que chega chega pela escada, as cartas, as participações, os moveis que os carregadores trazem ou levam, o médico chamado de urgencia, o viajante que regressa de uma longa viagem. Por isso é que a escada é um lugar anónimo, frio, quase hostil. Nas casas antigas havia ainda degraus de pedra, corrimões de ferro forjado, esculturas, tocheiros, às vezes uma banqueta para permitir que as pessoas idosas descansassem entre dois andares. Nos predios modernos há elevadores de paredes cobertas de inscrições que se pretendem obscenas e escadas ditas de "emergencia", de betão bruto, sujas e sonoras....
"A vida, Modo de usar" Georges Perec
Good teenagers take of your clothes!
Ha com cada um my GOD! Vejam esta coisa até ao fim é de ir as lágrimas!
Vê sexo em tudo!
Vê sexo em tudo!

Steven Wright Quotes!
The early bird gets the worm, but the second mouse gets the cheese.
Its a small world, but I wouldnt want to paint it!
All those who believe in psychokinesis raise my hand.
Support bacteria - they're the only culture some people have.
Join the Army, meet interesting people, kill them.
Who is General Failure and why is he reading my hard disk?
You cant have everything! Where would you put it?
O CockTail da Semana
(nova rúbrica do blog que revelará os misterios da execução destas bebidas cheias de calorias e com nomes mais saborosos que elas próprias, etecetera, eteceterá e se não tiverem para o fazer, podem sempre pedir na próxima ida a um bar! Tentaremos utilizar termos não culinarios)
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(nova rúbrica do blog que revelará os misterios da execução destas bebidas cheias de calorias e com nomes mais saborosos que elas próprias, etecetera, eteceterá e se não tiverem para o fazer, podem sempre pedir na próxima ida a um bar! Tentaremos utilizar termos não culinarios)
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DAIQUIRI DE MORANGO
1/12 dose de Rum
1/2 de Licor de Morango
Sumo de meio limão
5 morangos
Gelo picado
1 cereja

A experiencia...
Misturar tudo (menos 2 dos morangos) ao mesmo tempo no liquidificador quase até congelar. Despejar a mistela para o copo de cocktail ou outro qualquer, sem coar. Apirosar com os morangos (que sobram e ainda nao comeram) e a cereja.
Fazer o favor de primeiro servir à avó e depois beber enquanto se fala das noites quentes das cólonias de ferias decadentes de quando eramos crianças.
Once upon a time there was a princess without prince charm...
Partilharam isto comigo, partilho com quem quiser...

"My love life is terrible. The last time I was inside a woman was when I visited the Statue of Liberty"
"On bisexuality: It immediately doubles your chances for a date on Saturday night."
“To you I'm an atheist; to God, I'm the Loyal Opposition.”
"I had a terrible education. I attended a school for emotionally disturbed teachers."
"The only time my wife and I had a simultaneous orgasm was when the judge signed the divorce papers."
"What if everything is an illusion and nothing exists? In that case, I definitely overpaid for my carpet."

BABEL ou o WORLD PRESS FILM?
Não querendo influenciar nenhum blogoespectador, tenho a fazer umas certas considerações sobre esta fita!
Ok, há o Brad Pitt na sua nova pessoa-pseudo-amnistia-internacional-exercito-de-salvação-eu-vou-adoptar-tanta-criança-como-o-michale-jackson. E a pessoa pensa olha se calhar o filme não será somente um premiado de Cannes.
E depois há a o factor "desgraça humana", factor esse já explorado aquando da bela exposição do World Press Photo, como fenómeno do entroncamento que é, ao qual já demos atenção num brilhantissimo Post! http://on-how-i-fought-in-the-easter-rising.blogspot.com/2006/09/fenomenos-do-entroncamento-1-o-fenmeno.html
Só isso já atrai mais gente às salas que qualquer programa de fim de ano da Floribela.
E depois, o que nos enganou à seria, foi o trailer! Que como bom travesti cheio de manhas, nos vende a banha da cobra e chegando aos finalmentes percebemos que afinal "ele ama ele".
Conclusão e moral da história: japonesas taradas, cenas romanticas e panelas-arrastadeiras, casamentos mexicanos, a tematica-terrorista-só-porque-tá-bronzeado-demais-e-é-pastor-no-fim-do-mundo, os pobres emigrantes, etc, etc.
Gente. para conflito humano tivemos o Crash, para as cores etnicas o Fiel Jardineiro, para mexicanisses com o Gael-Che-Guevera tivemos o Amor Cão, pra orientalisses o Lost in Translation, e para meninas em minisaias, a Navegante da Lua, logo não havia grande necessidade de mostrar ao mundo, mais uma vez, que o homem é um patife preconceituoso! Isso já nós sabemos desde o Driving Miss Daisy!
Por outras palavras, ir ver o Babel ou um telejornal+o "Perdoa-me" é a mesma coisa!
Mas não fui eu que disse :p
Café Nicola

Bons velhos tempos diria o meu avô quando via alguém da nossa idade a fazer o que era hábito na época dele!!Ficava deliciado com a educação de qualquer criança ou "jovem". Diria: -Este sim é cá dos meus!!Não se me cansa os ouvidos ...Com bons modos tudo se consegue.
E depois a minha avó suspirava... mandava-o e calar e, diria: -Isto já não é o que era...não é não. Já não há cavalheiros!!Os rapazes são muito atrevidos, já não abrem a porta para passar, a não ser que possam deitar a mão...Ai Ai...Mas elas também andam doidas, é o que é!!
Pois bem minha avó, ainda há cavalheiros...e no Café Nicola.
Esse mesmo em plena baixa pombalina onde só estrangeiros e pessoas que já quase fazem parte da mobilia vão...Onde um empregado sem ser galanteador foi bem educado, onde sem ser intrometido se meteu na nossa vida hoje, onde sem pedir nada em troca, ofereceu dois "refrescos" a duas lindas mulheres...
Porquê??
Para voltarem mais vezes.
Voltaremos...
Bem haja por ainda haver homens assim...
Bem a ideia é a seguinte.... sim, porque num cozinhado transmitem-se ideias e não as receitas =)
Ora bem, fazer um furo no meio do lombo e rechear com ameixas ou alperces ou um misto e tal.... usem a imaginação, a seguir enrolem o lombo com fio e barrem-no com manteiga. Duas folhitas de louro em cima, sal e pimenta e vai ao forno (200º) durante uma hora, a meio metam um copo de vinho branco e baixem a temperatura ai para os 180º, podem começar a fazer o arroz nesta altura. Precisam do sumo de 1 roma, e de amendoas brancas. Saltear as amendoas em oleo girassol, tirar as amendoas meter o arroz (basmati) ate ficar com aspecto opaco (nao é queimado) acrescentar a agua relativa ao arroz posto e sal, deixar cozer...adicionar o sumo e coentros picados (pouco) e no final antes de servir, as amendoas salteadas, as normais, passas e bocadinhos de roma.
Pode-se por o arroz a volta do lombo para ficar mais engraçado.
Bom ano novo!
Guadalupe Esteban
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