So, so you think you can tell Heaven from Hell,blue skies from pain.Can you tell a green field from a cold steel rail?A smile from a veil?Do you think you can tell?And did they get you to trade your heroes for ghosts? Hot ashes for trees?Hot air for a cool breeze?Cold comfort for change?And did you exchange a walk on part in the war for a lead role in a cage?How I wish, how I wish you were here.We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year,Running over the same old ground. What have we found? The same old fears.Wish you were here.
So, so you think you can tell Heaven from Hell,blue skies from pain.Can you tell a green field from a cold steel rail?A smile from a veil?Do you think you can tell?And did they get you to trade your heroes for ghosts? Hot ashes for trees?Hot air for a cool breeze?Cold comfort for change?And did you exchange a walk on part in the war for a lead role in a cage?How I wish, how I wish you were here.We're just two lost souls swimming in a fish bowl, year after year,Running over the same old ground. What have we found? The same old fears.Wish you were here.Da Segunda Pele
Se não se põe a pau, a hospedeira pode ser confundida com um cabide. Pior. Mesmo posta a pau, a hospedeira é usada à laia daqueles manequins carecas, com braços revirados e cintura meio torta, que não foram despedidos das lojas de roupa estreadas ainda nos anos pré-revolução.
Noutra gíria, a hospedeira é como aquelas bonecas de papel nuas a quem se cola por cima, bocados de papel que se fingem de calças, t-shirts e outros panos. O resultado é igualmente decepcionante.
Conclusão: a grande preocupação da hospedeira, a seguir ao diminuto cachet de que vai ser vítima, dirige-se para a questão da FARDA.
A FARDA é o nosso papão. Toda a hospedeira tem medo da FARDA. E no entanto toda a hospedeira acalenta o vago sonho, de poder levar a farda para casa no fim do trabalho, com o mesmo carinho e/ou repulsa com que o actor hetero Hamlet versão gay, quer ficar com a caveira de Yorick como recuerdo.
A hospedeira está contente hoje, a sua presente farda torna-a na mulher mais bem vestida-inútil de todo o shopping ( o que não é nada má estatistica, contando com os milhares de visitantes vestidos e inúteis)
Entre o vestido mini saia-farfalhuda e o salto alto que chia e se enfia nos buracos do soalho ali ao pé do macdonals (sobretudo quando a hospedeira usufrui dos seus minutos de repasto) só sobra mesmo o cinto-cinta que há que ser removido para beneficio de uma digestão não ruminante. Ainda assim a hospedeira, de longe, faz um figurão.
Mas tempos houve, em que outras Fardas reinaram. Abre-se "O" album de fotografias- autêntico fenomeno do bizarro- e aí se vê.....
1.Hospedeira de asas verdes enormes - de cupido - a tentar entrar na bela casa-de-banho-de-festival.
2.Hospedeira de farda-de-empregada-Neuza, de carrinha até ao algarve.
3.Hospedeira num belo fato de corte masculino, agarrada ao microfone, a dar em doida com 72 horas de congresso de figados.
4.Hospedeira vestida de pêga-inter-galática, com cara de quem acabou de passar a noite com a enfermeira chefe de "Voando Sobre um Ninho de Cucos", a servir vodkas com tudo.
5.Hospedeira de calçonete e boné, a dar pipocas a gente feia e alguns ciganos, nas barbas da estação do Oriente.
6.Hospedeira-Priscila de fulvos caracois, top dourado à "Pretty Woman" versão Bollywood, e calçãozinho de cetim a tentar receber o povão inaugurante da Fnac.
7.Hospedeira morena, de top implorando: "pede-me um desejo", a fazer pandam com uma loira e com um smart da Sagres.
8.Hospedeira de fato de treino a encaminhar crianças ranhosas, celebrando a invenção do iogurte.
9.Hospedeira vestida tropicalmente, com cartazes a dizer "arrefecimento global", interropendo a malta de escritório para oferecer um suminho.
10.Hospedeira de amarelo canario, com pomponetes fazendo as delicias da plebe de olho-guloso, nos timeouts dum qualquer campionato de basquete.
e a lista continua, escandalosa........
Sim, olhando para trás, a hospedeira está contente hoje.
Mas quem sabe o que lhe reserva a próxima Farda....
Tropeções e outras Taras
É verdade, a hospedeira confirma, os idiotas que tropeçam no stand, têm todos uma atitude em comum. E sim, esta atitude é a coisa mais aparvalhada que se pode ter.... Pedir Desculpa!
Pois é, a malta tropeça e diz entredentes ....."ui, desculpe", enquanto se encolhe toda perante o deslize quase fatal.
É que o nosso stand, tem uma rampinha de lançamento bem filha.da.puta, prá malta que decide usar aquilo como passagem prá outra margem. E é daí que surgem os momentos de verdadeiro lazer da hospedeira (parte do contracto laboral, pois o proletariado carece de diversão bem reles). E quase ninguém escapa à armadilha mortal....
Vai um borracho convencido, daquela espécie que vem com as calças a deslizar nos fundilhos de onde espreita a absurda cueca, e lança o olhinho safardana enquanto dá uma cotovelada ao amigo, como quem diz "mira-ma-quela-gaja" e trunfas, lá vai ele quase de cornetas ao chão para rezar à muçulmano.
E a piquena criança que pouco deve à gravidade, até parece que faz de propósito e depois de tropeçar no stand, tropeça no pai, na mãe e na avó que também já tropeçaram, e aquilo parece a "família feliz" dos chinocas. Podia tar tudo bêbado que ia dar ao mesmo copo. Lá começa o puto num berreiro de quem diz "porque é que estes sacanas nunca me agarram a tempo."
E a tia, toda empertigada a cheirar a Xannel 5,6 e 7 tudo duma vez, que ainda tem a lata de me vir perguntar onde é a perfumaria e virar costas sem um "bem haja", catrapummm, fica logo a fazer o pino à espanhola, para meu infinito deleite.
Pena, pena, só tenho mesmo da última e mais vitimizada tipologia de gente tropeçante, A Velhota, vulgo, Avó! Vai ela tica-tica-tica, à Fnac comprar o último livrinho da serie eroticó-geriatica da moda, que irá ser clandestinamente forrado com o "Jesus é Vida", revista das testemunhas de Jeová-primavera-verão, e eis não quando, iiiiiiiiiiii ááááááá-faz-o cowboi, lá vai ela toda ao chão, de qualquer maneira. Já vi de cara, de nariz, de rabiosque, de nuca e de braço. A velhota não desilude, caí como a folha seca. Já sabemos que vai cair, mas quando e como é sempre aquela surpresa.
Ai,ai, suspira a hospedeira, como é frágil o nosso sistema locomotivo-duas-pernas, suponho que foi pra isso que se inventou o fofo rabo e seus airbags Lindor!
Conclusão, a malta tropeça e cai, mas com mais dignidade que Viriato e suas ovelhas guerreiras, levanta-se e de nariz bem ao alto, e diz ..... "Não se preocupe, caí lindamente"
Graças a Deus....
Considerações sobre Escadas Rolantes
É qualquer coisa de fascinante barra aborrecido, estar de frente para umas escadas rolantes 6 horas por dia traço dois dias por semana.
Aborrecido, porque estou confinada a trilhar uma área com tão poucos metros rectângulos que nem dá para abater os amburgueres sem H (porque um euro não compra tudo) que costumo papar depressa lá no Mac, enquanto vejo as gentes descendo o Chiado, fintando os tipos dos cães mais as suas flautinhas anémicas.
Fascinante, bem, fascinante porque tenho à minha frente um quadro que muda em cada segundo, tipo cachueira (tem U?) de gente, e toda a sabedoria social que pode advir da atenta contemplação da raça.
Gente. Gente feia a valer. Feia mediavalmente, como só um português no Inverno consegue ser. Gente que desce por um lado e sobe pelo outro. De uma lado saem-me caras e de outro, chamemos-lhe costas, para sermos simpáticos. Até aqui nada de novo.
Concluo então que existem dois tipos de gente feia numa escada rolante; a que dá mais importância à parte das "escadas" e por isso desce ou sobe, fingindo iniciativa. E a que se concentra na parte do "rolantes" e se deixa rolar tranquilamente, com uma expressão bovina, de mão-no-corrimão.
Agora que penso nisso, este corrimão deve ter mais germes que uma daquelas pêgas que faziam sorrir os americanos lá no Vietname, isto se quisermos ser higienicamente corteses. É que praticamente toda a gente passa a manápula pela bela passadeira preta (não fazem de outras cores?), que dá aquele aconchego de borracha que falta à barra das bailarinas.
Gosto de me concentrar na malta que desce. Acabou de chegar. Vem à Fnac comprar o último Miguelsousatavares ou outra pirosada manhosa para pôr no sapatinho. Ou vem roubar qualquer coisa à Natura, quiçá o urso esfrangalhado (salvem-no, please). Ou, terceira hipótese, vêm perguntar-me alguma coisa.....
"ó menina desculpe sa-be-me-dizer-donde-são-mos-lavabos?"
(isto em varias línguas, espanholês, inglês, francês, português vernáculo e outras taras. A malta gosta do típico WC (o que quer dizer, mesmo?) público, deve querer lavar a mãozinha depois do corrimão.
"Olhe desculpe onde é que há aqui uma loja de atoalhados, tipo de turcos e assim tá a ver"
(Não! Próximo)
"Hello, we want to buy traditional things, u know, like wine and the cock"
(-the cock??? "yess the portuguese cock" - começa a ser divertido - "the cock with the colours" - United Cocks of Beneton??? Ahhhh o Galo de Barcelos, esse Ovo de Faberge versão Ibérica)
"Ó menina, onde é que está o pai Natal?"
(Lapónia??? Ah. o tipo de 50 anos e barba falsa que está a apalpar criancinhas e a tirar fotos? Lá em cima, cara avó, só subir as escadinhas.)
"Olhe desculpe, a mim disseram me que aqui no Chiado, havia uma loja para comprar botões e linhas pro ponto cruz"
(Tá desculpada. Próximo)
"Allo, parle vous français? Pingu Dox???? Pingu Dox?"
(Peça ao Pai Natal, tá lá em cima, vá atrás da velhinha , não compreendes pá?? então vai à Fnac comprar o dicionário! Obrigadu)
E por ai fora, a Hospedeira explorada barra fascinada traço aborrecida escreve para esquecer.
Amanhã falaremos sobre o grande fenómeno do stand. A gente que tropeça e cai de cara, de cú e o que houver lá pelo meio, mesmo aos pés dos meus saltos altos Zara, a não perder nos Armazéns do Chiado.
O português gostava era de ouvir as pronuncias dela. Pagava notas só para ficar escutando a noite inteira. Mariana não tinha que fazer mais nada: só divagar, devagar sem sexo e sem nexo. O tuga, militar até aos botões, só queria que a prostituta falasse.
Sun in the sky you know how I feel
Breeze driftin' on by you know how I feel
Its a new dawn, its a new day, its a new life for meyeah,
its a new dawn its a new day its a new life for me ooooooooh
AND I'M FEELING GOOD
Fish in the sea, you know how I feel
River runnin' free you know how I feel
Blossom on the tree you know how I feel
Its a new dawn, its a new day, its a new life for me
And I'm feelin good
Dragonfly out in the sun you know what i mean dont you know
Butterflies all havin' fun you know what I mean
Sleepin' peace when day is done that's what I mean
And this old world is a new world and a bold world for me
Stars when you shine you know how I feel
Scent of the crime you know how I feel
Your freedom is mine, and I know how I feel
Its a new dawn, its a new day, its a new life for me
OH I'M FEELING GOOOOOOOOOOOOOD
http://www.minneapolisfuckingrocks.com/mp3/06%20My%20Egyptian%20Grammar.mp3http://www.minneapolisfuckingrocks.com/mp3/Fiery%20Furnaces%20-%20Duplexes%20Of%20The%20Dead.mp3
(ohh como era fixe eu saber fazer links bonitinhoss)
28 Out. 22.45 - Cinema São Jorge (Sala 1)
Brando [MD]de Leslie Greif e Mimi Freedman 165´ EUA 2007
Três anos após a sua morte, a vida de Marlon Brando permanece um mistério. Este documentário tenta desvendar a vida de um actor tão lendário quanto excêntrico combinando entrevistas a, entre muitos outros, Martin Scorsese, Johnny Depp e Al Pacino, com imagens inéditas, entre as quais o screen test de "Rebel Without a Cause" e vários filmes de família. (do site)

28 Out. - Cinema São Jorge (Sala 3)1ª parte: 11.00 2ª parte: 13.45
Andy Warhol: a Documentary Filmde Ric Burns 240' EUA 2006
"Andy Warhol: A Documentary Film" é um empolgante documentário de quatro horas sobre o artista mais famoso, mas também mais incompreendido, da segunda metade do século XX. Com narração de Laurie Anderson e Jeff Koon, este episódio da série "American Masters" da PBS é
um mergulho de cabeça na obra colossal de Warhol, tendo sido o primeiro documentário a explorar a fundo o imenso espólio guardado no Andy Warhol Museum de Pittsburgh não só para iluminar a sua carreira artística, mas também a sua biografia pessoal. Um filme de Ric Burns, um dos mais importantes realizadores americanos de documentários para televisão da actualidade. (do site)
Russia, Germany, Romania, they can have all the democracy they want
They can have a big democracy cakewalk
Right through the middle of Tiananmen Square
and it wont make a lick of difference
Because weve got the bombs, OK?
John Wayne's not dead, hes frozen,
and as soon as we find a cure for cancer
Were gonna thaw out the duke and hes gonna be pretty pissed off
You know why,Have you ever taken a cold shower, well multiply that by 15 million times
Thats how pissed off the dukes gonna be!
I'm gonna get the Duke, and John Cassavetes,and Lee Marvin, and Sam Peckinpah, and a case of whiskey,and drive down to Texas and say.....
O programa...... http://60gp.ovh.net/~festadoc/images/index_pdt/programa.pdf

8 filmes na RTP2
- Sábado, dia 6 de Outubro (a partir das 22h40):
ALICE E MARTIN (Alice et Martin)
André Téchiné, 1998
INDIA SONG (India Song)
Marguerite Duras, 1975
- Sábado, dia 13 de Outubro (a partir das 22h40):
COISAS SECRETAS (Choses Secretes)
Jean-Claude Brisseau, 2002
RRRRRRR!!! (RRRrrrr!!!)
Alain Chabat, 2004
- Sábado, dia 20 de Outubro (a partir das 22h40):
MONDOVINO (Mondovino)
Jonathan Nossiter, 2004
A MULHER DO LADO (La Femme D'à Côté)
François Truffaut, 1981
- Sábado, dia 27 de Outubro (a partir das 22h40):
O URSO (L'Ours)
Jean-Jacques Annaud, 1988
HISTÓIRIA DE MARIE E JULIEN (Histoire de Marie et Julien)
Jacques Rivette, 2003
Eh Marine?? PSICOOO!!!
Vejam só o meu supeeeeeeeeeeer tédio.. que desde há mil anos que não escrevia aqui.. bem...as aulas começaram... está a chover... e Portugal... está a jogar a ver se entra no Euro.. está-se mesmo a ver o resultado.. deixo este video de m.... para ver se ponho o sorriso no minimo na cara de alguém...
"ah pessoas mesmo estranhas na net..."
Confesso que há muito que os fenomenos do entroncamento não constavam deste belo blog, mas como com certeza ajuizam com fervor irmão ao meu, esta história da Maddie já andava a pedir um post!!
Ora bem, fique para a posteridade que uma bela noite desapareceu, raptada quiça pela Leopoldina de ferias, uma menina inglesa, loira de olhos azuis e etecetras que passava ferias na lusa patria entre banhos algarvios e sedativos para poupar-na-babysitter.
Depois "do dia mais feliz da vida dela" deu o sumisso, e os irmaozinhos estavam demasiado drunfados para irem também com os mauzões.
Depois descobriu-se que o CSI à tuga era a desgraça franciscana, vá lá, temos cockers que farejam cadaveres, desde que estes cheirem qualquer coisa como a sangue de porco, que é como quem diz, a costeleta mal passada.
E ai começou a odisseia dos McCann que tal como Ulisses aproveitaram as companhias low cost para conhecer a velha Europa, tornando-se, à revelia de Brad e Angelina, no casal de pais mais badalado do globo em geral e da area pediatrica em particular.

A partir daí e como é obvio, criança nem vê-la! Ou melhor era vê-la por todo o lado, em posters, piquenos classificados e até na nova re-edição do clássico "Onde está o Wally", substituindo o tipo magro de oculos por uma british blondy, que será o novo sucesso do planeta agostini.
Claro que como toda a gente sabe, pelo menos nesta patria medieval e matriarcal, que a culpa foi da mãe, que provavelmente matou a piquena com uma dose cavalar de Valdispert e como de qualquer maneira a miuda dava ares à filha nunca nascida da princesa Diana, aproveitou se a coisa para viajar à pala.
Conclusao e moral da história, depois de terem sido a coqueluche da silly season lá do Sul, os McCann viraram psicopais, e como de resto a mamã passava mais tempo com o bonequinho do que com os outros infantes, não podia ser boa gente!
Voltam agora às ilhas frias, fugindo do brilhantismo do processo judicial chez nous.
Francamente, com o nosso poder especulativo e jeito pra novela com nome de musica, os McCann podiam ter sido mais famosos que o MacDonalds!
...ingratos...






























