postais de um verão passado!
Bonjour Tristesse (1958)

aiai a bel'impotencia
Bell'Antonio (1960)
com legenda e não fui eu que a pus
Crónicas de uma Hospedeira Explorada apresenta...
...O Ópio do Povo

Marx alinhavou-o de uma maneira sonante mas estava francamente equivocado. Não é a religião, que o povo fuma fervorosamente, que o escraviza. Não são os padres e os frades que tiranizam a plebe, ó não, não. É o brinde.

O Brinde!
O brinde dava um tratado de sociologia, mas um tratado de sociologia jamais daria um brinde, pois o brinde define-se exactamente pela inutilidade que tem, e quanto mais fútil, colorido e grande for, maior o seu poder de sedução.

O brinde é um Scooby-snack que serve meramente para presentear a existência dos mortais. O brinde diz ao indivíduo “sim, a tua vida é merdosa, mas alguém se lembrou de ti, sim, só de ti, das tuas necessidades, das tuas ambições e sonhos, da tua singular e brava viagem pós-caverna-platónica e é por isso que, embora aches que erras por um caótico e ilógico Universo, estás enganado, Nós sabemos o que tu queres e aqui está, toma lá um……. crachá!

O brinde move multidões. Se Moisés tivesse brindes na altura, os hebreus tinham se marimbando para o Maná. Aliás, há quem defenda que o Maná era exactamente o brinde dessa épica maratona. Fosse ou não, uma coisa é certa, se querem a adesão de massas acéfalas a uma marca, há que dar brinde.

A hospedeira existe, invariavelmente para ser a dadora do brinde. E não nos podemos queixar por aí além pois ao menos estamos a exercer o verbo Dar, geralmente mais fácil que o verbo Impingir.

Pois, como dizia, a hospedeira dá o brinde, e o povo recebe. O que parece uma tarefa fácil e gratificante depressa se torna no pior dos infernos. Pois o povo chega a gostar mais de brindes do que do Tom Hanks nos anos 90! E, em poucos segundos, o povo, esse rebanho de macacos amestrados, passa de gremlin bom a gremlin mau!
Há um qualquer fenómeno que muda radicalmente a natureza da pessoa que quer receber de graça um porta-chaves, quando percebe (e percebem logo) que se forem trafulhas podem receber muitos porta-chaves! Claro que o facto do porta-chaves em questão ser um objecto tão horroroso que parece produto excedente de um workshop de artesanato da prisão de Guantanamo, não interessa nada. A única coisa que interessa é que é GRATIS. Ou como a hospedeira tão correctamente anuncia em voz alta, GRATES.

É óbvio que não há almoços grátis neste mundo, mas posso garantir-vos que em compensação existem xanatos, pipocas, ligas de renda, bolas de stress, esferográficas, bloquinhos, rebuçados, chupa-chupas, sticks luminosos, crachás, fitas para chaves, cartões de telemóvel, bebidas, bolachas, preservativos, pulseiras, chapéus de sol, t-shirts, borrifadores, sofás insufláveis e muito muito mais, o céu do marketing é o limite. Claro que, como qualquer produto feito em larga escala, o brinde tem sempre uma qualidade tão boa, que se consegue estragar mesmo sem ninguém lhe tocar, o que também não tem problema nenhum, visto que ninguém recebe só um!

Já vi gente à pancada por brindes, já me prometeram porrada por brindes, já me prometeram outras coisas também, já me puxaram pelo braço, me espetaram o dedinho no ombro, já fugi a correr, já me chamaram ordinarices e já me ofereceram couves. O problema é que o povão tem uma fome voraz das coisas que não são de ninguém e não param até consumirem tudo e, se há uma hospedeira desgraçada pelo meio, tanto pior.


E é assim que a hospedeira se vê a passar de rainha a condenada, de Deus a mortal, de leão a cordeiro, pois se o primeiro brinde é um presente, todos os outros, depois desse, são uma obrigação, e para aguentar a fúria de multidões que tais, só com muito ópio em cima!
RockNRolla - Gerard Butler & Thandie Newton -Waiting For A Train by Flash & The Pan
Frantic - Harrison Ford & Emmanuelle Seigner -Libertango by Grace Jones
Não encontrei video mas a dança tb é muito boa!
Chiqs, Alice vai ser Fixe!

oh só estreia em Novembro...

de volta à vidinha pseudo-atarefada

Adoro os anos 80 e aquela sensação de que "tudo o que um tipo precisa para sair da vidinha aborrecida é só de encontrar uma gaja maluca"
Something Wild '86
Desperately Seeking Susan '85
Frantic '88
melhor filme do Tarantino.
melhor filme do ano.
o primeiro capítulo é fantástico.
o vilão é perfeito.
e o resto também!
só visto!!
Crónicas de uma Hospedeira Explorada apresenta...
....Dos Sorrisos

-Olá hospedeira –diz o parolo, que se vem chegando, com um sorriso de quem acha que ninguém topa que a potência do carro dele é inversamente proporcional à micro-virilidade que lhe mora no jeanzinho apertado da Sacoor.

-Bom dia – aflora a hospedeira com uma expressão neutra, tentando fingir que não sabe que conversa é que aí vem.

-Oh - diz o palerma a fazer beicinho -não está a sorrir? Está chateada?

-Não – é a palavra objectivamente mais cortês que a hospedeira encontra.

-E não sabe que tem que sorrir? E ser simpática. É para isso que lhe pagam. Vá, sorria – insiste o espécimen, dando o exemplo – Olhe que eu vou dizer ao seu patrão.

-Ah sim? – exclama a hospedeira, levantando o sobrolho e dando um passo em frente, ao desafio – E vai dizer especificamente o quê? Que é uma amostra de homenzinho que ainda vive com a mamã para poder passar os fins-de-semana a lavar a porcheta que tem lá fora, que nem lhe chega para sacar gajas estrábicas em boates, porque no fundo, no fundo é um panasca recalcado que sonha em ser possuído pelo vendedor da Remax lá da praceta dos subúrbios onde vive? É isso que vai dizer? Meta-se daqui para fora antes que eu chame o Carlão, o nosso segurança, para lhe dar o excerto de pancada que anda a precisar desde que o paizinho lhe fugiu com a secretária.

-Oh, peço desculpa – diz o indivíduo e sai às arrecuas.

A hospedeira sorri por segundos a imaginar a cena. É claro que isto jamais aconteceria no mundo real. A hospedeira despreza o género humanóide, mas a desgraçada sabe que o cliente tem sempre razão e é por isso que acaba por sorrir levemente e dizer.

- Já vi que está interessado no Ferrari Spider, vou passar os próximos dez minutos a debitar-lhe informação tão técnica que vai achar que sou astronauta, vou fazê-lo assinar o test drive e depois vou convencer o vendedor aqui do stand que você já está praticamente de cheque passado.

Com efeito, passada uma meia hora, o pilantra atrevido já não sabe o que há de dizer para se descartar do vendedor. Tudo o que ele queria era meter-se com a miúda, mas a hospedeira tem manha e sabe de quantas maneira de assa um porco. Quando finalmente o palerma consegue fugir-lhe do stand, depois de muita humilhação, a hospedeira sim...está a sorrir.
This day was a complete waste of makeup!
Fodasse, há obras no meu prédio! De MANHÃ!
Crónicas de uma Hospedeira Explorada apresenta...
.....Desculpas esfarrapadas

- Olhe, a verdade é que amanhã tenho um casamento e só me lembrei hoje. Não, não, isto não tem nada a ver com o facto de eu me ter comprometido a ter que me vestir de hipopótamo para animar uma acção de hipermercado e ter posto a mão na consciência à última da hora....Olhe, pois, acontece, se precisar mando uma mensagem a amigas minhas giras-altas-loiras-de-olhos-azuis-que-não-se-vão-ver-porque-vão-estar-transvestidas-de-paquiderme-mas-a-fingir-que sim. Ok. Obrigada. Desculpe sim. Adeus. Adeus.

A hospedeira faz uma cruz na agenda, na coluna das "Desculpas Esfarrapadas", à frente da desculpa “Casamentos de última da hora” e escreve o nome da agência (não vá ela repetir desculpas com a mesma agencia como quem repete vestidos em casamentos dos mesmo grupo de amigos).

Claro que o nome "Desculpa Esfarrapada" foi exactamente criado a pensar na pobre hospedeira, que se não se desculpar inventivamente, acaba ela por ficar em farrapos, numa qualquer acção ridícula.

E também é claro que as agencias estão carecas de saber que é tudo inventado, tal como o professor da primária advinha sem dificuldade que o trabalho de casa não foi comido pelo cãozito lá da rua. Mas ele há hipocrisias nesta vida que devem ser mantidas à laia de rituais e nisso a vida de hospedeira é um Carnaval de subjectividades.

O que já aconteceu à hospedeira, desde que trabalha a recibos verdes, raia um aberrante caso de mau olhado crónico. É que não são só as bodas, cerimónias de circuncisão, baptismos, bar mitzvas, que são marcadas de véspera. Não. Há também todo o tipo de pequenos acidentes caseiros e (para as mais desperadas) casos do paranormal que a impedem de picar o ponto.

Como as gripes e constipações já não resultam à uma pancada de anos (hmm e agora com a Gripe A talvez ainda haja esperança) e como de resto também não convém ter nada demasiado infecto contagioso (sob pena de não voltar a ser chamada para trabalhos melhores) ficamos reduzidas a doenças súbitas e passageiras. Só a hospedeira se pode dar ao luxo de ter mais apêndices para tirar que o número ferraduras do burrinho da manjedoura, sem falar nos cisos que vêm sempre em numero primo. Muito comum são também as alergias de pele, conjuntivites e ataques de asma. Mas a efeméride mais recorrente não podia deixar de ser a boa da gastroentrite, o que não é de estranhar, pois a pobrezinha oscila entre os restos dos serviços de catering e jejuns hebraicos, pelo que ninguém estranha e menos dúvida da possibilidade de uns dias a vomitar a alma.

Tudo está resolvido desta vez, a hospedeira sorri cheia de saúde. Mas eis não quando o telefone toca...

-Oh hospedeira que pena, deixe lá, as melhoras. E não se preocupe, que a acção teve que ser adiada uma semana e assim, quando já estiver melhorzinha, vai poder fazer o trabalho. Eu sei, imagine, que sorte, parece que foi de propósito. Adeus, adeus.

A hospedeira desliga o telefone com um ar desorientado, olha para a agenda e vê que já não tem mais desculpas para dar àquela agencia, por segundos imagina-se a aturar criancinhas diabéticas, durante 8 horas, vestida de rena… Não consegue evitar, a náusea chega-lhe mais rápido que ao Sartre, corre rápido e chega a tempo para vomitar os croquetes de caril que abocanhou, à rebeldia, na "tenda vip" da ExpoEmigrante, um pouco por toda a casa de banho.

"Aiiiiii", diz a desgraçada, "desculpem lá esta!"
Narcisos e arrebatamento visual #2
Pink Narcissus (1971)

Narcisos e arrebatamento visual #1
Black Narcissus (1947)


how gray can you be?
Hopper style em Sta Apolónia


Blade Runner (1982)

=)

Roman Holiday (1953)

Fisicamente o Mika é um Jim Morrison, sem poesia, depois de uma overdose de smarties-gays.

a brick wants to be something!

"Sweet Dreams" dos Eurythmics é a musica com mais pinta feita até hoje.
Quando não consigo dormir penso em cinema...

Odeio sempre o Jeremy Irons e o John Malkovich, nem sequer sei para o que serve o John Malkovich, é de se cuspir em cima. Quanto ao Jeremy Irons, que até tem figura-moço-sensivel-Brideshead-Revisited naquele genero mariconço levemente intelecual que me atrai, cá para mim é sempre um depravado. Será sempre o tipinho mau da Casa dos Espiritos.

Na caixa de lata dos bombons de sabor estranho mas bom, tenho o Belle de Jour, o Peeping Tom, o The Collector, o Último Tango em Paris, quanto mais tempo passa mais gosto deles. Sobretudo do Pierre Clémenti a fazer de Marcel, com aquele ar de só come o que quer e o que come é só dele. E das pinturas do Bacon que são tão iguais aos personagens do Bertolucci.

E mais ainda gosto da Noite, do Eclipse, da Aventura do Antonioni (por esta ordem exata) gosto das mulheres traídas do Antonioni mas mais dos homens fracos, e acho o Blow-up o menos interessante de todos (e era o único que achava que ia gostar.)

Adoro os filmes das adaptações de peças do Tennessee W. valem quase todos uma sexta à noite sem sair do sofá (ainda não vi todos para dar os 100% de certezas).

Os filmes dos anos 80, acalmam-me como o som da maquina a lavar roupa. Mas nos anos 80 havia um imaginario que muito me fascina/atormenta (Dune, Brazil, Flash Gordon, sobretudo o The Adventures of Baron Munchausen e já agora o Naked Lunch que é de 91 mas faz me igual impressão) e as Lynchisses claro, essas atormentam-me sempre que não me aborrecem.

Fellini é bestial, é um circo. É um luxo. É as cores do Satyricon. É uma sinfonia a Itália. Não é nada, é uma ópera.

Gosto a valer do casal Elizabeth Taylor-Richard Burton sobretudo no Whos Afraid of Virginia Woolf e Sophia Loren-Marcello Mastroianni, claro. Ainda gosto mais do Mastroianni "solteiro". Ainda não vi um filme em que não me apetecesse pecar com o Mastroianni. Mas o Mastroianni, oh posso escrever o nome outra vez? O Mastroianni faz personagens tão boas e diferentes como o Augusto Rusconi no Ieri, Oggi, Domani e o Gabriele no Una Giornata Particolare (filme lindo-lindo).

Actriz, actriz para mim é a Katharine Hepburn, mentira, mulher para mim é a Katharine Hepburn (lembram-se dela no Suddently Last Summer a dizer "Sebastian...."). Não resisto também à Audrey Hepburn por razões todas diferentes, mas óbvias.

O Alain Delon merecia-me um pacto à Dr.Fausto. O Paul Newman nem se comenta. E neste momento, trocava os meus vinis do Vangelis por um pedido de casamento do Gregory Peck, tem um arzinho tão integro, que caramba! E só de pensar que passei a adolescencia no Blockbuster a alugar os videos com o Elijah Wood. Que desgraça...(reminiscencias skywalkerianas, lá está).


Gosto das mulheres do Bergman (parecem-me complexas), menos das do Hitchcock (parecem-me complexadas), mais das do Woody Allen (parecem-me mulheres). Gosto das bandas sonoras dos filmes dele, das do Kubrick e das do Wong Kar Wai (deste gosto de tudo, de tudo, de tudo).

Gosto da Ava Gardner na Noite da Iguana. Gosto da parte em que o Dustin Hoffman andava enrolado com a Anne Bancroft no The Graduate. Gosto muito do final do Butch Cassidy and the Sundance Kid. Robert Redford e o Paul N. na Golpada!! E (começa a lamechisse) cena dele a lavar o cabelo da Meryl Streep no África Minha, e a mesma a tomar banho de imersão e beber cerveja a pensar o Clint Madison-County Eastwood e esse paizinho tão bom, no genérico fantástico do The Good The Bad and The Ugly...Ennio Morricone... nem começo a falar dele! Os anos que andei à procura do tema-charleston do Once Upon a Time in America...
...Com o Robert De Niro: Raging Bull, TAXI DRIVERRRRRRRRRRR (tenho que desenvolver um dia a tese sobre a minha panca pelo De Niro que não cola com o paradigma-Jedi-gay)
E depois há aqueles actores em que há ali qualquer coisa estranhta mas cativante, tipo Harvey Keitel e Marlon Brando (hmm não sei se os deixo na mesma linha) mas sim, eles que são intensos que se entendam.
E há os pelo contrário, tipo Alan Rickman e Gary Oldman que têm uma gaveta só para eles que para mim são como comer alcaparras directamente do frasco, só uma a uma.


E outra só para o Philip Seymour Hoffman, que me mete um nojo de frigideira depois do refogado, que tem aquele ar de quem já nasceu suado! Mas é tão bom actor.


Argumentos daqueles em 12 Angry Men, Dogville, Oldboy já vou pensar em mais. Guião em Naked! Humor dos Marx Brother's! Reviravolta de gaja, All About Eve. Reviravolta de gajo, Usual Suspects. Só clichés eu sei, eu sei.

Melhor do Tarantino, Reservoir Dogs, por tudo. Filme que-eu-vou-ver-mais-vezes-na-vida-e-não-há-volta-a-dar: A Múmia. Perdoem.

Cenas que não consigo esquecer: A orgia do Perfume, Diane Lane a voltar de metro para casa e a lembrar-se da queca com o Olivier-this-momment-is-your-life Martinez (Unfaithful), a roleta russa do Christofer Walken no The Deer Hunter, a cena de cama da Winona Rider e Gary Oldman no Dracula de Bram Stocker quando ele para e diz "No, I cannot let this be" (soundtrack é uma das minhas preferidas), quando a cor começa a surgir às personagens de Pleasantville, a visão da biblioteca labirintica do Nome da Rosa (e já agora aquela estranha cena de sexo na cozinha), por falar em sexo estranho, alguém não ficou traumatizado com a Guerra do Fogo (que viamos na escola?!!?!?!), discurso "Tears in rain" no final do Blade Runner, volta de avião no África Minha, quando o Flash Gordon tem que pôr a mão dentro do tronco com o escorpião, andarmos por aqueles corredores retro de hotel, no triciclo do puto do Shining, oh e os beijos do Cinema Paraiso, "ei Mcfly, o Overboard não voa sobre água" no Regresso ao Futuro, o final em aberto ao som da Nina Simone, do Before Sunset, o primeiro beijo numa peça de Lego no Querida Encolhi os Miúdos, "In this country, you gotta make the money first. Then when you get the money, you get the power. Then when you get the power, then you get the woman" e depois uns anos mais tarde "Vanity is my favourite sin" = Pacino (cego a dançar tango perfumado) Scarface e Devils Advocate. Outra cena que nao esqueço, não sei porquê é no filme Color of Night (nem sequer gostei do filme), a gaija aquele genero de actriz puta (genero onde se insere também a Emmanuelle Seigner e a Emmanuelle Beart, nem sei como é que Emmanuelle não virou já adjectivo de puta assim como o Lolita virou sinónimo de ninfeta) a deitar fora o baton vermelho para o copo de água, por solidariedade com o Bruce Willis. Não me vou esquecer do velho papel do christmas cracker do Paciente Inglês, dos zero kilos na balança do magnifico Ferro 3 do Kim Ki-Duk, do taxista-fantástico Roberto Benigni no Night on Earth do Jim Jarmush, da cara da enfermeira má do One Flew Over the Cuckoo's Nest, nem da Kathy Bates (será que ela se atrevia a chamar a um filho Norman?) no Misery, mas há mais, vou é guarda-las para outra insónia.
The Red Shoes (1948)