21 comentários:

Anônimo disse...

Mas que desperdicio de recursos em campanhas que estão condenadas ao fracasso. Minha gente isto só lá vai com chantagem sexual. Mulheres deste país se os vossos maridos namorados ou afins forem conduzir digam: Se beber voce nao vai f****.

Anônimo disse...

Beba vinho do Dão
não engorda e faz bem ao coração.

António Calvé Magalhães disse...

Beber é, e sempre será, na nossa terra, dar trabalho a um milhão de portugueses.
Com o desemprego que para aí vai... não queiram fechar este canto de Porto Cálem!!!
O que sobra desta costa que era espanhola... E que, com a penhora quotidiana, dos cada vez mais, gerontes luso-consumidores, se vai voltando para as raizes castelhanas, a partir da antiga capital do império colonial, que se deu muito mal..! e que continua, lá por Timor, a provar a nossa incomensurável mestria na anarquia e, da economia paralela...
Pelos vistos, fizémos escola da inviabilidade económica nos quatro cantos do mundo...
Continuamos a ter circo com o Mundial, quanto ao pão não sei se vai faltar...

Cristiano Alves Palha disse...

Bem não sei bem qual é o critério dos comentários que aqui aparecem... pensei que devam ter um fio condutor subjacente à ideia expressa no blog...

Pelos vistos os anónimos levam a coisa para a falta de polidez, percebo até... são anónimos... Agora, este chato do Calvé veio para aqui dizer mal do País... Tsss que vergonha senhor... Cresça e apareça, ou desapareça para sempre!!!
E que lata!
A «malta» para ele, isto é as pessoas para nós... São todos gerontes!!!
Já viram semelhante dislate etário... O que é que este senhor quererá!? Que se abram mais maternidades? Que ocupemos Olivença para mostrar que temos espermatzóides misturados com os neurórios... ou que pelo contrário só temos os primeiros e, os segundos emigraram com o alcool...
Juizinho e, como diz a nossa Agustina Bessa Luis: «Não há império maior do que o que se tem sobre os vícios dos outros»

Anônimo disse...

Chapéu há muitos... e então agora com o sol... cada um usa e abusa do que lhe cabe!!!!

Maria Florbela Travassos disse...

Que grande tanga esta, só faltava criarem polémica com um simples facto. Devem ser das hormonas é cada animal... irracional

António Calvé Magalhães disse...

Florbela da ...inha vida queres sair sexta comigo!? Talvez assim fiques mais calma...

MF disse...

Bem vocês já pensaram que isto é um blog não é o IRC.... que cambada... vão até à praia!!!

K... o resto é tretra disse...

Se o vício foi completamente esquecido, não fica o prazer nem o
bom exemplo da vitória; se está sempre a ser lembrado é porque
algum desejo ainda existe...

António Calvé Magalhães disse...

Oh «tretras» eu também sei fazer copy e paste....plagiador da TRETA

Rafael Stuart disse...

Carissimos(quem quer quer sejam, anonimos ou com nomes originais)
estou deveras agradado com a dinamica aqui criada entre comentarios ! é mm assim pessoal, se bem que está tudo a divagar na maionese ou no ketchup mas continuem que dá gosto lê-los!!

o vosso anfitrião
R.S

Cristiano Alves Palha disse...

Bem agora muito a sério.
Penso que em Portugal com a injecção habitual de capital que a Prevenção Rodoviária tem, como quinta selecta para os «boys» dos aparelhos partidários da nossa «nomenklatura» seja ela socialista ou social-democrata, também deveria ser esgrimida idêntica criatividade, não só nos processos gráficos habituais, como também pelo impacte das campanhas milionárias que injectam trocos nas televisões e jornais, à laia de troca de «favores». De facto pela exiguidade de meios, temos aqui um bom exemplo, com ironia, sarcasmo até, de uma campanha barata e de pedagogia fácil. Enfim é apenas uma constatação, nada hilariante, do estado da «arte». Por cá nem todos estamos bem!!! Mas o que custa é saber viver, ou neste quotidiano actual... sobreviver...

...Como hoje, no caso da General Motors da Azambuja, e os seus 1800 desempregados.
Lê-se e pasma-se.
Após tantos incentivos, que o «nosso» governo pagou com as contribuições de cada um de nós, aí vão eles para S. Petersburgo, de malas e máquinas aviadas,
deixando para trás, sem quaisquer expectativas 1800 familias, que é como quem diz, cerca de 5400 pessoas.
Pensem bem nisto, quando vos pedirem esforços a custo zero, para erguerem obeliscos a uma qualquer multinacional.

António Calvé Magalhães disse...

É pá, politika a uma hora destas. E com mais uma «ponte» à porta. Mau sinal... deixa lá isso que a silly season está à porta e é tempo de férias... e das grande , nomeu caso, e ainda

Cristiano Alves Palha disse...

Já percebi rapazola... boas férias... e um abraço pelo despertar de qualquer polémica!!

Maria Florbela Travassos disse...

O Rafael então estás contente pela dinâmica, hein... muito bem então toma lá mais achas para a tua fogueira...

Como ontem não vi absolutamente nadinha no Diário de Notícias nem no Público que a mim me parecesse digno das atenções das cabeças desvairadas que aqui vêm largar curas temporárias para males políticos permanentes, ou mobilizante do espírito de combate das infantarias maledicentes, aproveito para visitar a secção da loiça de barro estalado que acaba os seus dias como vaso improvisado, berço de salsa ou salva, num canto de quintal duma senhora pobre e viúva.

Segue-se que aos mais curiosos foi ontem oferecida, sobre a bandeja introdutória do Valupi ao meu escrito sobre os vários cinzentos-osga que dominam os palcos políticos a leste e oeste de todas as ideologias, uma oportunidade única e não repetível para descobrirem, com um pouco de paciência, no BdE, as origens blogosféricas da minha personalidade, as minhas idiossincrasias, princípios da minha identidade a partir do ovo social e grupo sanguíneo... Felizardos, felizardos, seus leonardos, que não sabeis para onde voltar-vos. Tratava-se, para o Valupi, julgo eu, dum dever, duma homenagem, espécie de esclarecimento de roda-pé-não-se-esqueçam com a intenção prima de preparar alguns para a refeição estranha que ele lhes punha no prato.

Mas não era preciso. Assinar o que escrevo sob o pseudónimo de Germano Filipe ou o meu verdadeiro nome de Bomba Madalena II, generala da beira-rio, não influi nem agrava, altera ou beneficia o conteúdo ou significado das declarações nem a verdade das suposições nem o objectivo dos ensinamentos nem a moralidade ou imoralidade das confusões. A verdade independe do preço das maçarocas e das camisas que as vestem. Lembrem-se que o Álvaro Cunhal não assinava tudo o que escrevia. E no fim levou um dos maiores funerais de sempre, se calhar uma estátua inderrubável a eternizá-lo algures numa terra proletária como eu. Uma pessoa tem que pensar na posteridade a que tem direito.

Um dito de anónimo, quando não encerra ofensa de fazer sangue nas honras, virgindades reais, relativas ou perversas, de políticos, banqueiros e padres da melhor estirpe rabo-jesuítica, que não deixe entrever a selvajaria dum cérebro demente, na acepção física, espiritual e aritmética do termo, tem tanto valor, ou tem menos, ou mais, se calhar os dois, como valor tem a frase pomposa e pingante de rodeios e madeixas onduladas do catedrático reconhecido e respeitado. Sem desprimor para os lentes de primeira e segunda que adornam estas páginas. Valha-nos isso, senão este mundo já tinha acabado com os pios de gente como eu.

Queria acabar isto com uma frase de latim, mas não encontrei nada no frigorífico. Raios partam a sorte.

António Calvé Magalhães disse...

Bemm... muito bem, nunca pensei que a nossa querida Helena, digo Flor... tivesse uma saída destas... é mais ao menos por eesa razão que me vão perdoar a grosseria mas desde que cheguei à conclusão que as mulheres são como a raspadinha: só depois de passarmos o dedo em movimentos rápidos e contínuos no local apropriado é que descobrimos se nos saiu a sorte grande, que percebo que o TOM Hanks tem razão quando nos diz que Hello. My name's Tom You want a chocolate?
A propósito ou mesmo despropósito...

Algo contrariado, lá fui ver o Código Da Vinci. O filme realmente segue o livro de perto, menos num aspecto importante: ninguém me convence que o Langdon do livro tem a cara de totó do Tom Hanks. Ou melhor, a cara de totó do Forrest Gump.

Eu explico: sempre que o Tom Hanks aparece no ecrã eu vejo o Forrest Gump. Simplesmente não o consigo evitar. E isto arruína qualquer filme, já que estou sempre à espera que o seu personagem se vire e diga, com sotaque sulista-idiota, "Life’s like a box of chocolates. You never know what you're gonna get".

Assim, todos os filmes em que este actor aparece são, para mim, novas aventuras do pateta Gump. Como já devem ter percebido, o resultado disto é que o Forrest Gump tornou-se numa espécie de "Anita" do cinema, que vai passando por várias e divertidas aventuras. Até hoje, já fui ver o Forrest Gump na Nave Espacial, Forrest Gump Vai à Guerra, Forrest Gump Recebe Correio Electrónico, Forrest Gump e o Curandeiro da Prisão, Forrest Gump na Ilha Deserta, Forrest Gump e os Gangsters, Forrest Gump é Aldrabado, Forrest Gump no Aeroporto e, agora, o mais recente Forrest Gump Vai ao Louvre.
Enfim Rafael a vida é assim... como os chocolates ou na versão portuguesa, das palavras serem como as cerejas... começa a falar-se de alhos e acaba-se em bugalhos.

Cristiano Alves Palha disse...

Ainda sobre o vinho da nossa terra... ainda, e o trabalho para um milhão de portugueses que me inspirou neste conto... Será que ainda ninguém pensou em arrancar as vinhas também!?
É que assim ainda pudemos estrebuchar...

Ora aí vai meninos e menina....

O Zé sempre quis ser como os meninos da cidade. Nascido numa aldeia remota do litoral, nunca gostou do mar, embora este tenha sido grande amigo dos seus bisavós. Despido das roupas apertadas que sua mãe (a quem hoje carinhosamente chama "a outra senhora", que por ser "outra" é porque existe "uma") confeccionou com os materiais que ela própria produzia, o Zé partiu em busca do sonho de transformar a sua aldeia numa cidade. Para tal tinha que conhecer melhor os outros meninos. Escolheu a primeira cidade que encontrou (o Zé cansa-se depressa) e inscreveu-se na escola. Aí­ encontrou os meninos da cidade, de quem tinha ouvido falar, bem como outros meninos de outras aldeias, em busca do mesmo sonho, embora o Zé não tenha percebido muito bem que sonho era esse, já que eles eram bem maiores que ele. Os meninos da cidade eram meninos grandes, robustos, bem criados e bem alimentados, o que só fez com que o Zé ficasse com mais inveja deles. O conselho directivo da escola (formado pelos pais de todos os meninos) estabeleceu algumas regras para que a inserção dos meninos das aldeias fosse possível. Como eram regras gerais e abstractas aprovadas por todos os pais, ficaram conhecidas como sendo "pactos". Assim, foi estabelecido que os meninos das aldeias tinham que comer a comida produzida pelas cidades e pelas aldeias maiores. Desta regra geral e abstracta, perdão, deste pacto resultou que o Zé tinha que comer a comida de todas as outras cidades e aldeias. Como havia muita comida, o Zé teve que começar a deitar fora a comida que desde sempre havia sido religiosamente produzida na sua aldeia, não obstante esta saber-lhe muito melhor que a outra. Foi ainda estabelecido, como regra geral e abstracta, perdão, como pacto, que as aldeias e as cidades tinham que ser geridas de modo a permitir um crescimento moderado, sustentado, que permitisse a construção de bases sólidas. Como o Zé era muito pequenino, esta regra, perdão, este pacto fez com que, passados alguns anos, o Zé continuasse pequenino. Entretanto, os meninos das outras aldeias, que já eram maiores que ele, tornaram-se meninos grandes. Os que o eram, assim ficaram. E até houve um menino pequenino como o Zé que cresceu muito, provavelmente por alguma razão intrínseca que o Zé não conseguiu descortinar mas que, pensa-se, poderá estar ligada ao facto de esse menino não se cansar tanto como o Zé. Porém, mesmo moderado, o crescimento dos meninos da escola teve que ser refreado, em resultado de condicionalismos externos que não interessam para esta história (a verdade é que ninguém sabe muito bem quais foram). E, assim, foi estabelecido, perdão, foi acordado que os meninos não podiam comer tanto e que tinham que pedir às pessoas das suas aldeias e cidades para não comerem tanto. E assim foi.

Volvidos uns quantos anos, verifica-se agora que o Zé é um dos melhores alunos da escola, tendo sempre cumprido todas as regras gerais e abstractas que foram sendo impostas a todos os meninos. Não obstante, o Zé continua pequenino. Os meninos grandes, apesar de não cumprirem todas aquelas regras, perdão, aqueles pactos, continuam grandes. Além disso (injustiça!), como o Conselho Directivo da escola é composto maioritariamente (pelo menos em percentagem de volume global) pelos pais dos meninos grandes, não é que estes não são castigados por não cumprirem as regras? O Zé nunca pensou que, numa escola tão selecta, tal exemplo de favorecimento pessoal pudesse acontecer. Nem o Zé nem os outros meninos pequeninos da sua aldeia, que, por serem assim pequeninos, bonitinhos e estarem perto da água são conhecidos como "Os Patos". os «Pato...rgueses»

Maria Florbela Travassos disse...

Eh pah vocês homens são muito complicados... só metáforas, só atalhos. Para quando tratarem os ditos pelos nomes!?

Anônimo disse...

Ai somos complicados!!??? E a culpa é de quem? Que raça esta que adveio da costela adónica, estão sempre a engonhar a engonhar e depois ainda tem o topete de vir para aqui reclamar pelo pessoal estar com estas preocupações em introduzir preliminares para evitar situações traumáticas resultantes de uma eventual
frigidez cerebral.

Rafael Stuart disse...

Oh meus amigos, estou estupidamente pasmado com tanta prosa.
É impressionante a quantidade de gente que devia ter escrito o Codex em vez do orelhudo depravado.
Quanto ao Forrest Gump , os meus parabens senhor Calvé, pai da maionese com toda a certeza, digo-lhe que me arrancou as palavras da boca! eu ja andava com essa patologia à alguns anos e não sabia q nome lhe dar. Para responder à da raspadinha, digo lhe que os Homens sao como o totoloto, por mto que invista nunca se ganha nada com isso!!
Á dona FLorbela digo lhe já que com argumentos tao bem redigidos e extenços nao precisa de latim para nada.
Ao Sr. Palha agradeço lhe a tanto a historia do zé que vou imediatamente com ou sem o seu consentimento (q oq é bom´torna-se de todos) po la no blog!! é assim uma metafora pos estruturalista com laivos de um nacionalismo pseudo inflamado " Zé é um dos melhores alunos da escola" com um final que nunca constará num felizes para sempre disney. O Eça nao teria dito melhor.
Adiantee

Rafael Stuart disse...

errata: onde esta escrito extenços leia se extensos